Forró do Cais em Maragogipe, uma história contada por Augusto Lopes

Não vamos tirar os méritos de ninguém, não vamos desmerecer quem quer que seja mas sem vaidades ou exaltações vamos colocar as coisas nos seus devidos lugares.

Principalmente em ano eleitoral, se canta muito em VERSO E PROSA histórias de Maragogipe à maneira que se quer e que se imagina. Porém alguém há de se pronunciar para que, os que não sabem, tomem conhecimento da verdade, até porque, temos que reconhecer os méritos de todos quantos foram os criadores desse importante evento cultural, que é o FORRÓ DO CAIS.

Tudo começou quando BENEDITO JORGE CONCEIÇÃO o PANTERA, pensou em reunir um grupo formado por EDITE DE ZELES, NANAI DE BAGAÇO, RAIMUNDO DE CHUCA, AUGUSTO LOPES, para formalizarem um abaixo assinado e entregar ao Prefeito o saudoso BARTOLOMEU TEIXEIRA, para a promoção de um forró, que a princípio seria no Largo Sebastião Pinho, no Largo do Cajá, que seria denominado FORROZÃO DO CAJÁ.

Abaixo assinado pronto, fez-se uma reunião como Prefeito Teixeira, e fez-se a entrega do documento assinado pela comunidade do CAJÁ. No ato, TEIXEIRA se comprometeu em fazer o FORRÓ no CAIS DO CAJÁ, haja vista o mesmo achar que o local ficaria pequeno para o evento. E assim foi feito. Cada integrante providenciou o que tinha que fazer, onde NANAI E EDITE comandavam a animação da festa, PANTERA E RAIMUNDO DE CHUCA as atrações e AUGUSTO LOPES, com a prestimosa ajuda do saudoso DR. RONALDO SOUZA, nosso BONARDO, providenciaram o programa da festa. E por falar em programação, a indicaçãode DANTON forrozeiro e sanfoneiro de CACHOEIRA, FICOU A CARGO DE RAIMUNDO que é seu amigo e conterrâneo.

Havia mais pessoas na coordenação ou seja: Familiares diretos dessa coordenação que ajudavam como grupo de apoio.

Méritos maiores para o povo Maragogipano que prestigia até hoje o evento, a COMUNIDADE DO CAJÁ, criadores já citados e inegavelmente o nosso saudoso TEIXEIRA, pois sem ele nada disso seria possível e nem estaría aí até hoje.

De sobra? Essa é a HISTÓRIA REAL.

Omitam nomes, se quiserem, mas não mudem a HISTÓRIA.

AUGUSTO LOPES
CIDADÃO
Artigo publicado pela primeira vez em 15 de junho de 2012