TÉPIDOS

Nutri um sentimento antagônico para poder dizer muito mais aos choldras em dois assuntos coercitivamente, e eu estava muito a fim de entrar em seus jogos, como entrei adrede, sabendo eles como sou; e eu aproveitando o meu momento para externar o pouco do que penso dessas sacanagens que fazem com a Bíblia para ganhar dinheiro e como, igualmente, sobre o carnaval de Salvador, comparando com outros carnavais, quase não poupei palavras.

Ávido como me encontrava, mas áptero, não pude avançar mais por causa do local nada consentâneo para alongar ainda mais as conversas, e eu era o centro de respostas. Sentia-me dentro de um protótipo do programa “Roda Viva”; e em minha volta eram pessoas tolas sem interesses, sem colimação. Porque eles não queriam aprender realmente; eles queriam gozar suas ignorâncias com batuques esdrúxulos para me insultar, (eles são uns adereços das músicas mais ouvidas na Bahia).

Quis tentar uma esperança de estar enganado sobre uma convicção incerta do externo, como se eles em algum momento me diriam as suas verdades até então recônditas. Mas me enganei em todos os momentos. E foi quando me expus com vontade de concatenar sobre a origem da santíssima trindade e as sacanagens que estão fazendo com o capítulo 3 do versículo 10 do livro do Malaquias. Não posso negar que nessa conversa tiveram pessoas inteligentes aproveitando bem muito mais o que eu dizia, mas minha escrita está direcionada para os frívolos.

E disse mais as sacanagens de alguns líderes religiosos por deixarem de trabalhar para se enriquecer com os dízimos e ofertas nas custas dos ignorantes; suas más interpretações, quando na verdade, o dízimo não é para nutrir os personagens religiosos. E em contrapartida, eles conseguem de alguma forma ludibriar vendendo fé, como o catolicismo fazia nos primeiros séculos, embora saibamos que muitos líderes não compreendem a Bíblia e gravam capítulos e versículos para discursar vagamente nesses assuntos, sem discernimentos. Só sei, para não prolongar este assunto (longo); E esses encabeçados religiosos são realmente os sinais (falsos profetas) dos últimos dias já ditos pelo Senhor Jesus Cristo, o filho do Deus (Jeová).

Em relação ao assunto do carnaval, também não deixei barato quando tentei dizer o carnaval de Maragogipe, e abruptamente fui interrompido por outro elemento dizendo não haver carnaval em minha cidade, mas, micareta. Tentei explicar, mas a pessoa estava irredutível que insistiu firme em sua colocação quando proferiu já ter participado da micareta no mês de agosto; mesmo eu dizendo que é outro tipo de evento, etc. O único jeito foi perguntar se ele (a) sabia pelo menos o significado da palavra carnaval, sem me responder disse ainda: “Não existe carnaval em interior, só em capital”; qual foi minha reposta depois desse absurdo? Vá estudar e depois me procure para continuarmos. Sinceramente, não gosto de gente burra. Claro que alguns estavam na mesma posição dessa pessoa. Contudo, não hesitei em dizer sobre os dois assuntos: tanto para os “evangélicos” quanto para os nãos evangélicos que nem se quer sabem o nome verdadeiro do Deus do senhor Jesus Cristo. Aí, para meu desagrado, minha humildade não deixou Nietzsche entrar em mim.

Porra, eu sou de Maragogipe, recôncavo baiano. A terra do carnavalesco, Dica do trio (um dos responsáveis pelo melhor carnaval do mundo que é o nosso). É preciso respeitar os cidadãos dessa cidade e do recôncavo porque temos assuntos importantes a dizer ao Brasil e ao mundo, principalmente aos imbecis como esses que me fizeram gostar de ser o centro para dizer com folga os assuntos provocados e dizer o meu mundo. Não que seja por mim provocado para me sentir o tal, mas gostei de dizer a essas bananas que elas não passam de uns “bundões”. Eu sou um Perfeliniano Neto. Eu sei aonde piso. Eu sou do recôncavo e nenhum outro local é tão bacana.

Márcio Reis é colunista deste Blog.

Marcio.colunista@yahoo.com.br 


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