Série de reportagens sobre profissões do Estaleiro: Eletricista industrial

O Blog Navegando Juntos do Consórcio Enseada do Paraguaçu lançou uma série que fala sobre os profissionais da construção que estarão atuando no Estaleiro. Gostamos muito da ideia e resolvemos compartilhar dessa preciosa informação para que todos os cidadãos interessados nas áreas tratadas possam saber um pouco mais sobre o assunto.


O protagonista da reportagem de hoje é um profissional que atua em uma das áreas mais importantes e arriscadas do mercado: o eletricista industrial. Ele é facilmente encontrado atuando na Enseada, tanto na Unidade Paraguaçu quanto na Unidade São Roque.

Seria muito simples dizer que o eletricista industrial é o profissional responsável apenas pela instalação de equipamentos elétricos. Na verdade, o eletricista desenvolve diversas atividades diárias, que vão desde a ligação de painéis, motores, válvulas e instrumentos, até a montagem de eletrodutos, eletrocalhas, e manutenção e conservação de demais equipamentos elétricos.

Marlon Márcio, maranhense da cidade de Pinheiro, chegou há sete meses no Consórcio. Dedicado à profissão de eletricista há 12 anos, ele se autodefine como um profissional que conhece o terreno onde está pisando. “Não existe atividade elétrica aqui que eu não conheça ou saiba desempenhar”, afirmou.

Segundo ele, para conquistar o reconhecimento de todos, é necessário muito mais do que assinaturas na carteira. “É preciso se atualizar em cursos, estar atento às mudanças e às novas tecnologias”, ensinou Márcio. Como qualquer atividade de risco, a profissão de eletricista também pode ser muito cruel. “Me preocupo muito com a segurança, inclusive, certa vez perdi um amigo. O nosso vacilo pode ser o último”, alertou.

Com muitos planos e sonhos na cabeça, Márcio deseja continuar trabalhando na fase de operação da Enseada Indústria Naval. “Da primeira vez que trabalhei aqui na região, consegui trazer a mulher e meus três filhos. Se eu tiver a oportunidade de continuar, trago de novo todo mundo pra cá. Viver aqui é muito bom e se for com a família, nem se fala”, comentou.

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