Carta do Leitor: MaragoGuerra de Espadas

O leitor Hélio Ondiara nos enviou matéria de opinião solicitando a publicação de seu texto falando sobre a Guerra de Espadas.

Por Hélio Ondiara

Não querendo desmerecer o fato histórico de Maragogipe ter contribuído para a Independência da Bahia e do Brasil, fato este que Merece Mutro tratamento, devendo ser contado e encenado na forma adequada e com devida responsabilidade, e VERAcidade, para que o Povo entenda o seu real motivo.

O fato de promover uma guerra, com uso de artefato explosivo e periculoso, denota a ignorância que o Povo exerce ao exacerbar a sua inconsciência e falta de educação, e, não estou só falando do Povo de Maragogipe.

Todo o Mundo sabe que os chamados “fogos de artifício” só promovem a destruição quando em combustão, se configurando em verdadeiro perigo para quem manipula e para quem não manipula fogos.

Quando se acende um artefato de potência e qualidade como o da chamada “espada”, o perigo de morte é evidente, entretanto, a combustão pode causar ainda mutilações e queimaduras irreversíveis que darão origem à outros problemas que vão da aparência estética até os problemas de cunho emocional, resultando em graves consequências, tanto no seio familiar como para o Aparelho do Estado.

Mas onde estão os poderes públicos do Município que nada fazem para proibir esse criminoso ato e péssimo exemplo para as futuras gerações?

Não é desse jeito, promovendo MaragoGuerra de Espadas, que faremos com que a população se torne sadia em todos os seus sentidos.

Espero que a Vera “da saúde” faça alguma coisa para impedir que tais eventos voltem a acontecer. A retórica é "mens sana in corpore sano" ("uma mente sã num corpo são") e não a barbárie medieval de outrora. Por Hélio Ondiária – Salvador – BA.

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