Carta do Leitor: A incógnita da tragédia

O leitor Hélio Ondiara nos solicitou a publicação de seu email falando sobre a morte de Eduardo Campos. Segue publicação.


Lamentamos a trágica morte de Eduardo Campos e demais passageiros/tripulação que estavam naquele acidente aéreo ocorrido, nesse 13/08/2014 - pela manhã, em Santos-SP, porém, cabe aqui fazer algumas ponderações sobre o sinistro.

Também lamento pelas dolosas e fortuitas publicações, equivocadas, aspirantes e até maledicentes, via redes sociais, sobre o acidente. Entretanto, não podemos afirmar se o acidente foi fortuito ou provocado, pois não há provas que possam afirmar ou negar a ação dolosa ou fortuita, ainda mais no meio político, meio em que está em jogo o posto mais poderoso da horda política pública, mesmo que a perscrutação aponte para uma fatalidade.

Infelizmente, no seio dessa horda política partidária, noventa e nove por cento (metáfora) dos seus integrantes são capetas da mais pura linhagem, sem ética ou consideração alguma para com os seus adversários. Não digo que o Eduardo Campos tivesse bons motivos, propósitos e propostas para ajudar o Povo Brasileiro à sair da miséria, mas, quem vive nessa horda e chega onde Ele chegou, teve, certamente, que fazer escolhas, e aí é que mora o perigo das escolhas.

Por mais que digam que não há mistérios, os motivos das mortes de Getúlio Vargas e Juscelino Kubstichek não foram bem esclarecidos para muitos dos que analisaram os fatos. Sobre os verdadeiros motivos de tais tragédias, só DEUS sabe..., pois assim como disse o poeta, existem mais mistérios entre o céu e a terra do que pensa que sonha a nossa vaga e utópica filosofia.

Sinto pelas Famílias enlutadas que perderam os seus entes queridos de forma trágica, e, rogo à DEUS pelo crucial conforto às mesmas.

O futuro não poderá dizer se perdemos ou não um homem público diferenciado, com capacidade para, realmente, mudar, para melhor, o futuro do Povo Brasileiro, por isso devemos continuar na luta por dias melhores, dias em que o Nosso Povo, em seu denotar, tenha uma vida digna, sem opressão, sem escravidão e sem mendicância. Por Hélio Ondiária – Salvador - BA.

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