Dia do Professor: Escolas deveriam implantar aulas de respeito e honestidade para combater a violência na escola

Por Zevaldo Sousa

Neste dia do professor, gostaria de trazer uma reflexão para todos os mestres do município de Maragogipe, da Bahia e do Brasil que acompanham o blog. O tráfico de drogas pode até estar tentando tomar conta do nosso município, mas ainda há tempo para mudar. E para isso, há necessidade de pequenas atitudes.

Como professor, sei que nossa luta é árdua e que todos os dias vivenciamos momentos de tensão entre estudantes, assim como também com demais agentes da educação. Por este motivo, escrevo sobre este assunto.

O clima tenso e violento que cerca nossa cidade é atemorizador. As nossas crianças chegam assustadas ao ambiente escolar e replicam tudo o que aprendem de ruim com muita facilidade. Para combater este clima hostil é preciso muita atenção, calma e determinação. É preciso pulso firme e forte por parte de cada professor e de cada profissional da educação. Mas vale ressaltar que não podemos combater violência com mais violência.

Tanto em escolas públicas, quanto em escolas privadas a situação não é muito diferente e é preciso muito ação por parte de cada representante/responsável por cada criança - seja ele representante familiar ou educador para que essa realidade comece a mudar de verdade. 

É comum ouvirmos crianças ameaçarem, agredirem, excluírem e até furtarem outras crianças. São ações inconcebíveis, mas está se tornando parte constante do ambiente escolar. Para mudar esta situação é preciso combate e este combate deve partir tanto da família, quanto da nova escola que precisa servir uma nova sociedade que lhe cerca. 

Por este motivo, afirmo que todas as escolas deveriam não somente implantar projetos sociais e educacionais dentro do ambiente escolar como também, reservar momentos para falar sobre respeito e honestidade. Valorizar conceitos importantes da nossa vida. Para mudarmos esta realidade é preciso uma luta muito grande e constante.

Sabemos que não será em apenas um ano que veremos o fruto desta mudança de hábito (décadas talvez), mas com todo respeito que tenho a todos os profissionais da educação, se não começarmos com esta mudança urgentemente, nada mudará nas nossas vidas nem nas vidas daqueles que nós nos disponibilizamos a ensinar.

Por este motivo, selecionei uma matéria interessante que está disponível na BBC (Veja aqui matéria completa). 

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