Promotora prorroga apuração do conselho tutelar e provoca a insatisfação da população

Os candidatos ao Conselho Tutelar e a população maragogipana esperaram quatro horas para o início da apuração. Aguardavam a promotora Neide Reimão Reis chegar da apuração de São Félix para dar início aos trabalhos em Maragogipe, mas a apuração não aconteceu.

Às 10:30 da noite, após uma reunião entre a promotora, a comissão e os candidatos ao conselho, ficou decidido que a apuração aconteceria na manhã do dia 05 de outubro. 


Esta decisão provocou uma série de transtornos na Casa da Cultura de Maragogipe, pois a grande maioria dos candidatos ao Conselho Tutelar queriam o início imediato da contagem dos votos, enquanto a promotoria insistia na prorrogação do início do horário alegando falta de segurança pública e cansaço físico.

Os argumentos da promotoria não foram aceitos pelos candidatos, nem tampouco pelos familiares e a população que aguardava fora do recinto que começaram a gritar: "É hoje!, é hoje!, é hoje!".

Várias pessoas utilizavam como argumento, a lisura do processo como um todo, os erros cometidos durante todo o dia e a garantia da inviolabilidade das urnas, visto que a votação foi através do velho sistema de papel.

Segundo candidatos, o pedido de apuração imediata não foi atendido pela promotora que acabou impondo a decisão de prorrogação da apuração para o dia 05 de outubro.

A promotora saiu vaiada da Casa da Cultura, sendo escoltada por policiais militares que, acompanhados da comissão do processo seletivo, levaram as urnas para o Fórum Raul Chaves.

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