SETOR NAVAL: Prefeita de Maragogipe avalia "Hotéis, restaurantes e empresas fecharam suas portas"

Em uma matéria especial produzida pelo jornal O Globo intitulada "SETOR NAVAL AFUNDA: Sem novos projetos da Petrobras, estaleiros começam a fechar as portas e demitem em massa." Números nada animadores são previstos para o município de Maragogipe para os próximos anos e o que a prefeita de Maragogipe está fazendo para mudar esta situação?

Leia da parte da matéria que cita o município de Maragogipe. Para ler a matéria completa, clique neste LINK.


CORTES GERAM PERDAS DE R$ 100 MILHÕES

Na Bahia, onde as obras do estaleiro Enseada do Paraguaçu foram paralisadas, o reflexo já foi contabilizado. Entre novembro de 2014 e fevereiro de 2016, o corte de vagas na região gerou perdas de R$ 100 milhões, fruto da redução da massa salarial, de acordo com dados do governo local. É o oposto do que se viu entre 2013 e 2015, quando foram gerados R$ 360 milhões em serviços executados para o estaleiro, com a contratação de 678 empresas. O PIB (Produto Interno Bruto) da cidade de Maragogipe, que cresceu de R$ 194 milhões, em 2010, para R$ 753 milhões em 2013, deve recuar em 2015 e 2016. E, segundo o Ministério do Trabalho, 3.588 vagas foram fechadas na cidade no ano passado.

— Hotéis, restaurantes e empresas fecharam suas portas — avaliou Vera Lúcia dos Santos, prefeita de Maragogipe, do PR.

Diferentemente do que ocorreu na Bahia, as obras de construção do estaleiro Jurong Aracruz, no Espírito Santo, ainda não foram paralisadas, já que estão 90% concluídas. A empresa, contratada para construir quatro sondas, está quase terminando a primeira delas com recursos próprios. Hoje, o Jurong tem 1.800 colaboradores. Mas, diz uma fonte, a continuidade vai depender do processo de recuperação judicial da Sete Brasil, que reduziu seu projeto de 28 para dez sondas.

Fonte: O Globo

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